NASA Finds Earth Microbes Could Hide in the Moon’s Deep Shadows
NASA descobre que micróbios da Terra podem se esconder nas sombras profundas da Lua
Microbes carried to space by human explorers could survive in shaded areas near the moon’s south pole, according to researchers from NASA and the University of Maryland.
Micróbios levados ao espaço por exploradores humanos podem sobreviver em áreas sombreadas perto do polo sul da Lua, segundo pesquisadores da NASA e da Universidade de Maryland.
Even on the moon, where extreme temperatures and intense ultraviolet (UV) radiation make the surface deeply hostile to life, some microbes from Earth may find temporary refuge. New modeling suggests that shaded pockets near the lunar south pole could allow certain bacteria and fungi to survive for as long as a week.
Mesmo na Lua, onde temperaturas extremas e a intensa radiação ultravioleta (UV) tornam a superfície profundamente hostil à vida, alguns micróbios da Terra podem encontrar um refúgio temporário. Uma nova modelagem sugere que bolsões sombreados perto do polo sul lunar poderiam permitir que certas bactérias e certos fungos sobrevivessem por até uma semana.
Humans constantly shed microbes into their surroundings. A patch of skin about the size of a pinky nail, for example, can contain roughly a million bacteria. An astronaut’s footprint could therefore leave hundreds of millions of living bacteria behind on the lunar surface. Even with stringent sterilization procedures, “there’s potential for a lot of human contamination of the lunar landscape and, inevitably, the science we do there,” Bertone said.
Os seres humanos liberam micróbios constantemente para o ambiente ao seu redor. Um pedaço de pele do tamanho da unha do dedo mínimo, por exemplo, pode conter cerca de um milhão de bactérias. A pegada de um astronauta poderia, portanto, deixar centenas de milhões de bactérias vivas na superfície lunar. Mesmo com procedimentos rigorosos de esterilização, “existe potencial para bastante contaminação humana da paisagem lunar e, inevitavelmente, da ciência que fazemos lá”, afirmou Bertone.
“We need to understand what was there before us, because when we go to Mars to search for signs of life beyond our planet, we will want to make sure it’s not stuff we brought,” said Prabal Saxena, a planetary scientist at NASA’s Goddard Space Flight Center who led the new study.
“Precisamos entender o que havia ali antes de nós, porque, quando formos a Marte em busca de sinais de vida além do nosso planeta, vamos querer ter certeza de que não se trata de algo que nós mesmos levamos”, disse Prabal Saxena, cientista planetário do Goddard Space Flight Center da NASA que liderou o novo estudo.